Píppi Meia Longa – Astrid Lindgren

Padrão

Píppi Meialonga é uma adorável menina de nove anos, que mora sozinha com um macaquinho e um cavalo. Seu pai é o rei dos canibais e sua mãe está no céu cuidando dela por cima das nuvens. Cheia de imaginação e muito travessa, ela não vê muitos problemas em não ir para a escola, dançar xote com ladrões e desafiar um touro.

Lançado pela Editora Companhia das Letras, o livro da sueca Astrid Lindgren é ilustrado por Lauren Child, a criadora de personagens como Clarice Bean e os irmãos Charlie e Lola que saíram dos livros e agora está na televisão em uma série infantil no canal Discovery Kids.

A menina dos cabelos cor de cenoura nasceu do desejo de Astrid de entreter sua filha que estava com pneumonia e foi publicado na Suécia no ano de 1945, fazendo sucesso imediato entre todas as crianças do país. E entre 1969 e 1973 tornou-se série de televisão estrelada pela atriz Inger Nilsson. E também diversos filmes, contando as suas aventuras.

No total, foram mais de 80 livros escritos para as crianças e traduzidos em mais de 70 idiomas, mas certamente, Píppi foi a personagem mais amada por todas as crianças. E com direito à uma visita ao Brasil, é claro, repleta de aventuras.

Pippilotta Comilança Veneziana Bala-de-Goma Filhefraim Meialonga, ou simplesmente Píppi, é um espírito livre. A menina do coração de ouro e tranças espetadas que dorme quando sente sono, costura suas próprias e roupas e cozinha só o que gosta (biscoitos, panquecas e sanduíches). Depois de uma grande tempestade, o pai, que era capitão de navio, caiu no mar (e de acordo com ela, foi boiando até uma ilha e tornou-se o rei de todos os canibais e já estava construindo um navio para buscá-la, assim, Píppi seria a princesa dos canibais), e então ela decidiu esperar por ele na Vila Vilekula, uma casinha quase esquecida.

Lá, ela se torna amiga de Tom e Aninha, irmãos solitários que sempre desejaram que uma amiga morasse pertinho deles.  Desde cozinhar panquecas, subir em árvores, encontrar coisas, brincar de pega-pega com a polícia e desafiar um touro, os dois irmãos se divertem o tempo todo na companhia da amiga magricela de cabelos cor de cenoura e nariz de batatinha.

Píppi é anárquica. Decide o horário de ir dormir, até quando brincar e se quer ir (ou não) para a escola, aprender a tal de tamburada (tabuada). Ela até tenta, mas sem sucesso, ser uma boa menina (leia-se: comportada), mas o encanto dela é ser como a nossa Emília do Sítio do Pica-Pau Amarelo de Monteiro Lobato.

A autora, certa vez disse: “Eu escrevo para a criança que vive dentro de mim, só espero que outras crianças também se divirtam”. Astrid acertou em cheio, pois agrada a criança que vive em todos nós e faz com que outras crianças se divirtam (e muito) desde 1945.

Anúncios

Uma resposta »

  1. Li este livro na minha infância e ficou marcado para sempre , gostaria de adquirir para minha filha. Onde posso encontrá-lo para comprar

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s