Arquivo da categoria ‘Livros’

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2000… inove.

Janeiro 4, 2009

Desde 2007 coisas loucas acontecem na minha vida. Nascimento da irmã, sai de emprego, começa emprego novo, cursinho e agora, pedagogia. Não que seja o curso que eu passei o ano todo sonhando, mas pô… tá valendo. Dar aulas é meu sonho, seja para os pequenos ou para os grandes. Só sei que minha família está tão feliz, que já planejaram a minha pós-graduação. Oi? Eu nem me matriculei ainda.

Aproveitando o post, vou publicar uma coisa que dá certo desde 2007. Minha lista de realizações para o ano. Que são respectivamente:

1) Arrumar um bom emprego. Só pra variar um pouco, né.

2) Não reprovar no meu primeiro semestre de pedagogia.

3) Academia ou aulas de dança. (Isso antes da facul.) Nada de chegar lá pesando uma tonelada.

4) Curso de Inglês. Ou espanhol/francês. Não dá pra adiar mais…

5) Adquirir mais coisas como: roupas, livros, cd’s e filmes.

Amém.

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Do amor e outros demônios

Abril 6, 2008

Não conhecia e faz pouco tempo que eu li. Como sou completamente suspeita pra falar de Gabriel García Marquez e qualquer um dos seus livros, resovi colocar umas frases que eu tirei desse livro ^^

“E sem dar tempo ao panico,libertou-se da materia turva que o impedia de viver. Confessou  que não passava um instantre sem pensar nela ,que tudo que bebia e comia tinha o gosto  dela, que a vida era ela a toda hora e que por parte,como só Deus tinha o direito e o poder de ser, e que o gozo supremo do seu coração seria morrer com ela”

“-Estamos tão longe, suspirou.
-De onde?
-De nós mesmos. “

“Ela começava a florescer numa encruzilhada de forças contrárias (…) Seu modo de ser era tão misterioso que parecia uma criatura invisível”

“Por vós nasci, por vós tenho a vida, por vós hei de morrer e por vós morro”

Se eu recomendo a leitura? Rá…

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Madame Bovary

Março 21, 2008

Escreva-se primeiro, em frases simples e comprensível, o que se pretende dizer; depois, substituam-se as palavras normais por expressões mais raras, para exibir “riqueza lexicológica”, enfim, estende-se a frase até ela fornecer um período, ao qual se confere, por convenientes modificações, a sonoridade musical.

Isso é a prova máxima, que conseguimos encontrar coisas ótimas nas notas dos livros. Obrigada, Flaubert! :)

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Acenda a luz! [2]

Março 16, 2008

… antes que você durma! Vai precisar disso, caso você tenha assistido e lido “O Iuminado”.

Sim, agora que eu li e assisti, posso fazer um comentário digno.

Alguma vez você já pensou como os filmes de “terror” são um horror? Atores ruins, tramas péssimas e muitos litros de groselha pra “assustar” você. É, eu também estava cansada dissso. Mas um certo dia aconteceu algo diferente…

… passeando na biblioteca, decidi levar pra casa o livro “O Iluminado” do Stephen King, livro que eu sempre ouvia falar (bem por sinal), mas nunca tinha lido, por sei lá… esquecimento meu, talvez? Pois sim. Na primeira mágica, “King” (autor de sobrenome oportuno) já prendeu meus olhos no livro, com a entrevista de emprego de Jack Torrence para ser o zelador do hotel Overlook. Uma coisa que fica claro que essa entrevista foi o início do fim. Fim da paz, calma, sanidade mental entre outras coisas.

Cada página que passa, o livro se torna mais assustador, mas assim mesmo, tem aquela maldita curiosidade. O que vai acontecer com Jack Torrence? E seu filho, Danny, O Iluminado? Wendy, a esposa, vai conseguir não enlouquecer nesse hotel tão assustador? Essas são algumas perguntas que ficam na cabeça, e de uma certa forma, dão coragem pra você chegar até a última página, claro, tendo muitos sustos do início ao fim.

Stephen King é um dos magos do terror, pois você compartilha suas emoções com as personagens. Impossível não sentir medo de Jack, quando ele, tomado pela loucura do Overlook tenta assasinar sua esposa e filho. Impossível não sentir a agonia do pequeno Danny, que não consegue entender as coisas que vê e impossível não admirar Wendy, que mesmo diante da loucura no marido consegue lutar por seu filho e salvá-lo da loucura paterna.

Mesmo diante desse cenário assustador, impossível é deixar esse livro pela metade. King é um rei e mago! Agora eu sei o novo significado da palavra medo.

… e reforcei isso, quando assisti O Iluminado na versão de Stanley Kubrick. Sim, eu não fiquei feliz depois de passar horas arrepiantes e noites sem dormir. Eu queria mais. E eu tive mais. Vi os meus medos em carne e osso. Eles tinham até nome e sobrenome: Jack Nicholson. (no papel de Jack Torrence).

Não sei como foi possível, mais a versão cinematográfica está tão ou mais assustadora quanto o livro. Você sente medo da trilha sonora, cenários e principalmente de Jack Nicholson. Na minha opinião, ele recebeu algum tipo de entidade e encorporou o outro Jack de uma forma tão perfeita, que você sente toda a loucura nos olhos dele, em uma simples cena de quatro segundos. Mas mesmo sabendo o que vai acontecer, simplesmente não dá pra parar de assistir, pois você, já foi enfeitiçado! Sim, eles são bons! E sim, mesmo com medo, não dá pra não assistir.

É claro que o final do filme não bate perfeitamente com o do livro, mas quem se importa? A essa altura você já está gelado e procurando a sua mãe!

O Iluminado do Kubrick é aquele tipo de filme pra quem já perdeu a sua fé nos filmes de terror, e já esqueceu o que é ficar assustado. O mesmo vale para o magistral livro do mágico King.

O que eu aconselho? Leiam e assistam. De preferência com as luzes acesas! Depois me contem o resultado!

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O tempo e o vento

Março 8, 2008

Se fosse possível resumir a obra seria um : *___________* dos grandes. Não canso de ler e caramba! Que obra! Agora é caprichas no estudo literário..

Espero que fique bom… logo, será postado alguma coisa por aqui ^^

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Paulo, o Coelho

Março 8, 2008

Estou escrevendo uma lista de motivos pra todos darem uma chance ao Coelhão… logo, postarei isso aqui, e claro, no Meia Palavra, pq dá licença? Sou colaboradora *e* colunista! 8)

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Acenda a luz!

Fevereiro 20, 2008

Terminei de ler hoje. É tão angustiante, nervoso, dá pra sentir o cheiro do medo de Wendy e Danny, você consegue visualizar na sua frente, Jack bemlokão enlouquecendo. Enfim, enfim… preciso por as idéias em ordem. Mas uma coisa é certeza, não é a toa que o sobrenome do cara é King.  Agora eu entendi.

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alguém já assistiu?

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Henry Miller – Trópico de Câncer

Janeiro 30, 2008

Eu queria colocar alguma coisa aqui nesse blog, olhei pro “Trópico de Câncer” procurando uma resposta, olha só o que o Miller me disse:

“Sou um homem livre – e preciso da minha liberdade. Preciso estar sozinho. Preciso meditar na minha vergonha e no desespero em retiro; preciso da luz do sol e das pedras do calçamento das ruas sem companheiros, sem conversação, frente a frente comigo, apenas com a música do meu coração como companhia. Que querem vocês de mim? Quando tenho algo a dizer, ponho-o em letra de forma. Quando tenho algo a dar, dou-o. Sua curiosidade indiscreta faz virar meu estômago! Seus cumprimentos humilham-me! Seu chá envenena-me! Nada devo a ninguém. Seria responsável somente perante Deus – se Ele existisse!”

Tipo assim. WOW! Eu olhei pra isso, e sei lá… Henry Miller me madou a resposta pra minha ”abençoada” falta de criatividade!  

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Perca um livro!

Janeiro 29, 2008
Esta campanha é muito batuta: http://www.livr.us/sobre.php

‘Perca um Livro’ é uma iniciativa que pretende trazer para o Brasil uma prática internacional de incentivo à leitura. A idéia é “perder” um livro em lugar público para ser achado e lido por
outras pessoas que, então, farão o mesmo. O objetivo é fazer do mundo inteiro uma livraria.

A prática consiste em três passos simples:

1. Leia um bom livro;
2. Cadastre o livro e escreva seus comentários para pegar seu código único e a etiqueta correspondente ao livro;
3.”Perca” o livro em um lugar público.

De posse do código o leitor poderá rastrear pelo tempo que quiser os caminhos percorridos pelo livro.

A partida inicial do projeto será dada pela editora Zeiz que irá “perder” 150 exemplares do livro “A Unidade dos Seis – O Herdeiro Especial”. Os livros “perdidos” estarão com orientações que levem o próximo leitor a repetir o mesmo procedimento: ler, cadastrar e “perder”.

A idéia é que estes livros sejam a ponta de uma corrente que incentive outras pessoas a fazerem o mesmo com outros livros, disseminando entre pessoas o saudável hábito da leitura.

Diretamente do: www.thatsthepoint.wordpress.com o/

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Todo mundo já leu… menos eu! :[

Janeiro 18, 2008

Sabe, sempre tem aquele livro que todo mundo já leu e adora, mas só você não leu pq é babaca pq nunca lembrou de procurar o tal livro na biblioteca.

É, eu também era assim! Comecei um auto-exorcismo da peguiça e estou lendo:

Trópico de Câncer – Henry Miller (uma coisa bizarra, eu estava perto desse livro e derepente ouvi uma voz na minha cabeça mandando eu ler Henry Miller! o_O)

O Iluminado – Stephen King (É, eu sou idiota… é meu primeiro livro do “Rei”, antes tarde do que nunca, né?)