Arquivo da categoria ‘Aloprações’

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E a boa do fim de semana é…

Janeiro 16, 2009

Eu nunca vi graça na sexta-feira. Acho que é pq eu sempre trabalhei aos sábados. Quem trabalha aos sábados não fica feliz quando chega a sexta, pois é mais um dia de trabalho e pãns.

Mas foi só conseguir um emprego de segunda a sexta que a gente vê como é BOM estar a um dia do fim de semana =}

Amanhã se não chover é: Voltinha na praia.
Se chover: Crepúsculo denovo *__* aliás, WOW! Amei esse filme! Só que eu preciso rever, já que eu só consegui prestar atenção no Edward!

…e se sobrar tempo: Começar uma resenha para o blog do Meia Palavra.

OMG, A Favorita começou!
*perdi a linha de raciocínio* ¬¬’

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2000… inove.

Janeiro 4, 2009

Desde 2007 coisas loucas acontecem na minha vida. Nascimento da irmã, sai de emprego, começa emprego novo, cursinho e agora, pedagogia. Não que seja o curso que eu passei o ano todo sonhando, mas pô… tá valendo. Dar aulas é meu sonho, seja para os pequenos ou para os grandes. Só sei que minha família está tão feliz, que já planejaram a minha pós-graduação. Oi? Eu nem me matriculei ainda.

Aproveitando o post, vou publicar uma coisa que dá certo desde 2007. Minha lista de realizações para o ano. Que são respectivamente:

1) Arrumar um bom emprego. Só pra variar um pouco, né.

2) Não reprovar no meu primeiro semestre de pedagogia.

3) Academia ou aulas de dança. (Isso antes da facul.) Nada de chegar lá pesando uma tonelada.

4) Curso de Inglês. Ou espanhol/francês. Não dá pra adiar mais…

5) Adquirir mais coisas como: roupas, livros, cd’s e filmes.

Amém.

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Eu volteeeei, por aqui é o meu lugar.

Dezembro 26, 2008

Nossa, saudades desse blog. Tantas coisas a contar dos últimos tempos… boas e más. As más, eu quero esquecer. Mas a melhor notícia deve ser postada… PASSEI PARA PEDAGOGIA! \o/

Não é Geografia. Não é na UFSC. Mas eu passei mesmo assim, e estou radiante com isso =}

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Tantas, tantas coisas.

Setembro 6, 2008

Acordar cedo demais, quase não dormir, estudar até a exaustão, aulas, trabalho. Tantas, tantas coisas e ás vezes tudo acontece ao mesmo tempo. Depois de viver um mês de extremos, eu comecei a ver a beleza das coisas bancar a Polliana (personagem de livros infanto juvenis). Tô achando tudo lindo, digno e bem válido.

Tá chovendo? Bacana, assim não fica tão quente. Tá quente? Delícia, vou usar um chinelo. Resolver equações trigonométricas de manhã cedo? Legal, assim eu aprendo. Aliás, uma delícia poder estudar no serviço! Claro que a única coisa horrível, e que na verdade pesa um montão é o horário. E só.

Minha mãe quer que eu mude de horário e faça o curso a noite. Mas eu não to muito afim… principalmente  pq eu não vou conseguir pagar sozinha. E bem, almoçar em Florianópolis é uma tarefa cara e heróica. Hahaha! 

Agora eu vejo como eu gosto da loucura. Claro que as vezes eu preciso jogar um balde de café na cabeça (nem sempre tomar adianta). Mas ainda sim, eu gosto!

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Saudades

Agosto 17, 2008

As vezes, bate aquela “deprê” e eu fico com saudades do que eu não tive, ou do que eu não tenho. Atualmente, eu tenho saudades de poder dormir, de esquecer, de ter tempo, de ter assunto, de ficar de bobeira e de várias outras coisas que eu não tenho mais, ou do que eu nunca tive mesmo.

Acho que eu virei emo. =|

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Piece of my Heart

Julho 31, 2008

Pérola. Essa é uma das melhores definições para aquela que, nasceu para brilhar e encantou uma geração com a sua voz rouca e marcante e suas canções inesquecíveis.

 Janis Joplin Janis nasceu na cidade de Port Arthur, Texas. Ela cresceu ouvindo músicos de blues, tais como Bessie Smith e Big Mama Thornton e cantando no côro local. Após concluir o ensino médio, ela Universidade do Texas,onde começou a cantar blues e folk com seus amigos.

Cultivando uma atitude considerada rebelde, Janis se vestia como os poetas da geração beat, e começou a trabalhar como cantora folk. Nessa época, ela se entregou ao vício das drogas e a bebida, que influenciaram na sua carreira e posteriormente na sua saúde.

Após voltar para a sua cidade natal, para tentar uma recuperação de saúde. Janis, se aproxima de do grupo Big Brother & The Holding Company, e lançam um álbum no ano de 1967. Mas devido á falta de sucesso a gravadora decidiu reter o álbum até seu sucesso posterior.

O destaque veio com o Festival Pop de Monterey, com uma versão da música “Ball and Chain”, com uma interpretação marcante de Janis.  Seu álbum de 1968, “Cheap Thrills” fez o seu nome.

Ao sair da banda Big Brother, Janis formou um grupo chamado Kozmic Blues Band, que a acompanhou em I Got Dem Ol’ Kozmic Blues Again Mama! (1969). O grupo se separou, e ela formou então o Full Tilt Boogie Band. O resultado foi o álbum Pearl (1971), lançado após sua morte, e que teve como destaque as músicas “Me and Bobby McGee” e “Mercedes-Benz”, escrita pelo poeta beatnik Michael McClure.

Em 04 de Outubro de 1970 e com apenas 27 anos, Janis, a pérola com a inesquecível voz rouca, deixou de brilhar, devido aos inúmeros (e explícitos) problemas com as drogas e o álcool. Mas mesmo após trinta e oito anos de sua prematura morte, ela ainda brilha para os seus inúmeros fãs com as suas inesquecíveis músicas, como: Piece of my Heart, The Rose, Summertime, Cry Baby entre outras.

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Entre giros, corações partidos e mudanças inesperadas.

Julho 15, 2008

Minha vida  funciona em ciclos, e sempre que possível um bom giro de 180º. E olha que na maioria das vezes eu não faço nada pra causar esses ciclos e  giros. Mas isso tudo torna a coisa excepcionalmente bacana.

Não é segredo que eu estava fazendo uma coisa que eu não gostava. Há exatos 18 meses, eu fazia promoções em supermercados pq sempre recebi muito bem pra isso, mas com o salário gordo vinham os problemas com chefes, produtos, clientes insuportáveis (com suas gracinhas igualmente insuportáveis) e mais aquelas pequenas chateações diárias. Outra coisa que me deixava com nódulos musculares era o fato de eu não ter passado no último vestibular por isso aqui *mostra a ditância de 1 cm com os dedos*

Oh sim, eu não estava muito legal e etc, e justo nessa época um alguém malvado partiu meu coração com um email-carta seguido de uma aliança entregue no pior momento possível. Não é necessário  dizer como eu fiquei triste, pq eu tinha sentimentos bons por essa pessoa, apesar dela ter uma facilidade enorme em me fazer sofrer. Enfim…

E bem nesse momento a mágica aconteceu. Não sei como, mas a minha vida começou mais um delicioso giro, e eu, que estava aqui no “zero” caí lá longe no “cento e oitenta”.

A promoção que eu fazia, acabou de uma hora pra outra bem na época em que eu me matriculei no meu Semi Extensivo, e isso me deixou com MUITOS nódulos nos músculos das costas. Eu estava desempregada e com uma dívida de quase dois mil reais, a única solução era um emprego. E eu fui, sem muita esperança, para o SINE (como eu disse no post anterior) fazer uma entrevista de emprego que eu nem contava ser aprovada.

E mais uma vez, eu fui. Sim, eu tenho um emprego novo e bem legal, por sinal. (só falta a minha documentação chegar pra eu começar \o/ ) Sim, eu posso estudar tranquila até dezembro, pq eu coloquei uma coisa na minha cabeça. 2009 não começa sem eu estar na minha faculdade de história. E é isso aí, vamo que vamo.

Ooooh, e o meu coração vai MUITO BEM, obrigada!

A partir de semana que vem, minha vida vai virar uma bela e doce loucura. Mas eu até gosto disso, pq  mudanças na minha minha vida pacata são sempre boas, e as últimas que aconteceram, foram excelentes.

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Meninas boas vão para o céu

Julho 3, 2008

(eu comecei a escrever ontem…)

13:33 eu só espero que esse dia acabe logo. Hoje aconteceu de tudo um pouco, só faltou cair um cometa em Florianópolis, só isso, pq de resto…

Bom, hoje aconteceu uma coisa comum por aqui. Greve no transporte público, 250 mil pessoas a pé a partir de 8 horas da manhã. Só que é claro que eu tinha que estar em Florianópolis justo hoje. É, eu cansei dessa vida de promoções, suplementos e etcs. Estou procurando emprego, e hoje tinha uma entrevista e por causa dessa greve tive que correr feito louca nessa cidade de loucos. Mas cheguei a tempo e o emprego que era ruim, descobri que era uma merda grandona. Não sei se serei aprovada, enfim…

O caso todo foi como voltar pra casa?  Problemão, hein? Pois é. A sorte foram as vans fazendo o papel de ônibus. Mas claro que não seria assim tãããõ fácil, só pagar e entrar. Eu tinha que achar uma que aceitasse atravessar a ponte e chegar até São José (ou o mais perto disso). Lá fui eu, juntando pessoas (quanto mais eu conseguisse, mais rápido dava pra sair de lá).

Só que eu não esperava que do nada brotariam em torno de NOVE vovós histéricas. Vocês não tem noção do que eu passei na mão daquele bonde da terceira idade. Um sacrifício pra juntar todas num canto só, a toda hora uma escapava pra perguntar “pra onde que tu vax com essa topic, moço?“. Lá ia eu atrás da vovó fugitiva e explicar pra ela que nós estavamos esperando uma van e etc e tals.

Passaram alguns minutos (uma eternidade no meio daquele pandemônio) e a maldita maravilhosa van chegou. *velhas correndo para todos os lados*

Cheguei até a van. Paguei. Entrei. Sentei. *suspiros de alívio*

Uma das nove vovós histérias pediu dois reais emprestados (ela tinha três, e a passagem era cinco). Só que eu também tô na merda, fazendo free lancer e nem recebi esse mês. Só que eu vi uma nota de dois reais na bolsa e tive a certeza que Deus ia jogar isso na minha cara e como eu sei que o inferno é quente (e eu odeio o calor) resolvi emprestar. É, eu vou pro céu.

Sobre a “viagem” do bonde da terceira idade, só posso dizer que: vim comendo biscoitos e falando sobre o preço do açúcar. E elas como boas vovós que eram, me acharam um doce. (Hahaha!) Como eu estava inspiradíssima, dei uma puta volta do caralho pra ajudar uma vovó (boazinha por sinal) que mora aqui perto a menos de um mês e não sabia como chegar até em casa e tchuntz. É, eu vou pro céu.

A essa hora (meio dia, mais ou menos) eu estava cansada, suada e com bolhas nos pés. Ah, ia ter que andar por mais de 40 minutos (se eu tivesse deixado a vó sozinha, andava uns 20). Mas tudo bem, estava “perto” e tudo ia acabar bem. E acabou. Encontrei meus tios e recebi uma carona até a porta de casa.

Good girls go to heaven. Oh, yeah!

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Destruindo um casamento com bom humor

Junho 8, 2008

Num mundo globalizado, repleto de eletrodomésticos, carros, computadores e aparatos tecnológicos, fica muito difícil de entender o funcionamento de vários objetos. E o que podemos dizer sobre os relacionamentos? Nada mais difícil do que entender o que homens e mulheres querem em uma relação.

Para tentar esclarecer as coisas, Claudio Paiva vem de uma maneira não muito ortodoxa, nos apresentar a um Guia. Mas não é um simples Guia! É o Guia Prático de  Como Destruir Seu Casamento. Com um humor impagável, ele ensina a destruir relações com pequenas dicas de como agir em diversas situações como: Festas, Aniversários, Trabalho e etc.

Claro, que esse livro é para profissionais! Pessoas que estão acostumadas a lidar com as “doces” provocações em uma vida conjugal, como por exemplo: As plantas dela  pingando nas caixas de som dele, calcinhas no chuveiro, roupa suja espalhada pela sala e até mesmo o aniversário de casamento esquecido. Com esse magnífico Guia, a guerra dos sexos que já estava declarada, agora pegou fogo de vez.

Mas provavelmente, você que está lendo esse artigo, ficou curioso(a) pra saber algumas dicas de como acabar com o seu relacionameto, não é mesmo? Pois vamos á elas!

Mulher: Quando o carro estiver com você, nunca ponha água no radiador.

Homem: Faça alguma manobra desajeitada, arranhe o carro; depois mostre o amassado e diga que foi ela.

Mulher: Calibre os pneus com a sua data de nascimento. Um número para cada roda.

Homem: Troque os pneus do carro e leve os velhos para casa. Diga que não podem ser jogados fora pois ainda estão muito bons.

Esse livro é sem dúvida, leitura obrigatória para quem tem algum namorado(a), marido (esposa). Dicas infalíveis, do grande mestre Cláudio Paiva. E por favor, quem colocar o Guia em prática, favor avisar sobre os resultados. carol@meiapalavra.com.br 

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Samba de uma nota só.

Junho 7, 2008

(Nossa, vou postar no blog **)

O título do post tem a ver com a relação que eu tenho com o meu computador. Sim, virou um samba de uma nota só. Bem chato, por sinal.

O último episódio foi ontem, quando eu levei ele pra revisão dos mil quilômetros assistência técnica, e o rapaz respondeu (depois de um bom tempo) que o problema era excesso de poeira numa placa. É, eu paguei 15 reais pra ele assoprar meu computador.

Ces’t la vie.